No Gloves On


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Azul é a Cor mais Quente deste Verão ;)

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<Imagens Vogue>

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EFEITOS SECUNDÁRIOS: Pode Causar Uma Estranha Sensação de Férias

Digam lá se não é verdade: O Maxi – o vestido comprido (ou saia também) – não é a melhor coisa do mundo para usar nas Férias, para saber a Férias?

(Melhor ainda) O Maxi não é a melhor coisa do mundo para usar no dia-a-dia, manhã, tarde ou noite, para saber a Férias??

Pelo amor que tenho às férias (ainda maior desde que se tornaram escassas… buuuuuuu!) apaixonei-me imediatamente pelo conceito das coleções Resort. Adoro ver como cada casa ou designer vê e sente as suas férias. As férias da Missoni, então… Nunca desapontam! Até acho que as nossas duas famílias poderiam passar férias juntas, na boa! (quem dera aos Missoni, certo?)

Esta coleção Resort 2016 da Missoni foi praticamente uma overdose de férias – não só pelos looks Maxi, mas tudo, tudo mesmo! – e foi bem difícil filtrar apenas estes looks em baixo…

A figura comprida do Maxi, as cores, o próprio movimento da saia quando andamos e mesmo a forma como andamos (naturalmente mais relax – não é??), dá uma estranha e surpreendente sensação de férias.

Portanto pelo amor às Férias, apostem nos vestidos, nas saias e mesmo nas calças MAXI, porque aposto que vão concordar que sabe a férias e que sabe tãooooo bem!

<Imagens Style.com e NGO>


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A Colecção de Primavera Que Cheira a Verão

Uma colecção que cheira a Verão, cheira a Mar e a sal no corpo, cheira a bronze e a ‘o que seria viver à beira-mar’, talvez com o namorado a pescar e eu a fazer saias de palha…

Enfim… A velha máxima do ‘amor e uma cabana’.

Como náufragos ou como eremitas extrovertidos acabadinhos de largar a cidade por um modo de vida totalmente selvagem. Seria nesta colecção de Primavera Verão da Missoni, que eu encontraria o guarda-roupa perfeito para este modo de vida, como um cruzamento da ‘Lagoa Azul’ com ‘A Praia’ de Danny Boyle.

Pelo menos foi esse o sonho que tive acordada, enquanto via a colecção. Fui completamente transportada para essa possibilidade. Com as roupas leves, largas, frescas, com flores, cores e materiais deliciosos e a gritar essa utopia romântica de quem vive na praia.

Que bommmmm!

Sabe bem ter esse sonho sempre presente e poder voltar a sonhá-lo sempre que quiser. E agora com guarda-roupa incluído…

<Imagens Wikimedia e Style.com>


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Porque SABE TÃO BEM Usar Franjas…?

Eu sei!! Eu sei!! Pelo menos no meu caso, eu sei!!

Normalmente qualquer pormenor, textura, tecido, ou aplique que grite ‘Boho-Chic’, consegue seduzir-me imediatamente, sem ser preciso pensar muito ou sequer que eu perceba que talvez deveria pensar. Tenho assim um crush muito sério pelo mundo boémio, como um romance proibido ou secreto e até seria de pensar que por me deixar levar tão cegamente por ele, teria cometido muitos erros no que toca a peças de roupa, mas não (não existe nem uma que tenha sido um erro ou uma falha e que tenha ficado esquecido no meu armário).

Claro que então quanto a franjas – estamos a falar das filhas da Boémia – é o mesmo DNA. E quando as vestimos (em muita ou em pouca quantidade, tanto faz) sentimos logo uma sensação deliciosa, um mood de festa, de noite, de movimento… Será que é pelo seu lado ou ligação ao mundo tribal? Será pela dinâmica que elas dão a um vestido ou a uma peça? Será exactamente pelo movimento extremamente lento e sedutor que as franjas criam?

É tudo isso e mais, muito mais!! ADORO ADORO ADORO usar franjas!

Há qualquer coisa de muito sedutor numa peça com franjas e vesti-la ou usá-la – sem parecer a Pocahontas, claro! – que sabe sempreeeee tão bem – como um efeito Red-Bull -, vestir franjas põe-nos imediatamente com vontade de dançar.

… Ou mexer apenas para ver o seu efeito.

<Imagens (de cima) Vogue Italia e (galeria) Style.com>


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A Primavera ao Som de Tambores

 

O Tribal, o Nómada ou o Étnico, é sempre uma tendência ou inspiração fascinante e quer seja usado apenas numa peça, ou em várias ou num look total, transporta-nos imediatamente para uma memória muito humana.

Pode ser uma memória real ou imaginária, mas aparece nas colecções através da fusão de grafismos e culturas globais que se pode tornar algo estranhamente familiar… Usamos essa memória em acessórios ou em peças de roupa e de repente estamos num mundo muito nosso onde passeamos ao som de tambores.

A-D-O-R-O esta tendência!

Como fã inveterada dos artigos e documentários da National Geographic desde – sei lá…! – que comecei a folhear livros ou a ver TV, grande parte da minha paixão e interesse pelo mundo da Moda tem a ver com o quanto o Mundo se influência através de tendências ou inspirações que vêm dos 4 cantos do globo.

Numa misturada de grafismos, cores, técnicas, cortes e formatos, são criadas peças que fazem parte da memória do designer e que podemos ter em comum com ele e reconhecer imediatamente (ou não…), ou ainda que nos suscitam uma memória nossa que podemos reconhecer da História do Mundo ou de uma nova história que vemos ser criada à nossa frente e que podemos vestir.

As guerreiras tribais de Alexander McQueen e as princesas nómadas de Valentino, são imediatamente identificadas. Na colecção de Givenchy, as vestes das feiticeiras tribais atiram-nos para um mundo que faz parte de uma memória de contos ou lendas ou mesmo da História Universal, que não consigo mesmo definir a origem e Marc Jacobs mistura vestes de tribos (de origem também não-definida) com o mundo urbano. E talvez ainda as exploradoras naturalistas da colecção da Akris possam ajudar a definir estas origens… Ou não?

Será que é apenas a minha memória ou perspectiva sobre as várias visões que estes criadores nos mostraram?

Talvez… Talvez não sejam assim as histórias que cada um reconhece…

Talvez eu apenas tenha descoberto estas histórias ou memórias na minha cabeça e até os criadores tenham outra visão completamente diferente do que criaram.

E é isso mesmo que é tão fascinante desta tendência, cada um vai ter sempre a sua visão individual no que toca à história ou memória que esta fusão de culturas ou influências globais, nos dá.

E o melhor de tudo é que a podemos vestir e torná-la real, ao ritmo dos seus próprios tambores.

<Fotografias de Mario Testino e imagens Style.com>


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O meu vício

Desde há anos que tenho um vício, talvez tão antigo como o dos cigarros e sem dúvida mais difícil de largar… É preciso querer largar o vício, e este eu não quero!

Adoro preto! Adoro os meus conjuntos pretos, adoro os meus acessórios pretos… Já passei do ponto do ridículo em tempos, quando deixei de ter algumas peças especiais em preto, hoje no meu roupeiro predominam essas ‘peças especiais’. E embora para alguém – que não eu – o armário possa parecer algo monocromático, não é!

Existem mil e uma formas de usar e abusar do preto em qualquer conjunto… Todas as peças são completamente distintas! À vista sim, têm todas a mesma cor, mas totalmente distintas… E a verdade é que eu adoro cor!

No Inverno,  quando aparecem colecções de blocos de cor nos casacões gigantes, deslumbrantes, penso ainda mais no uso que vou dar à cor no meu roupeiro… Dura alguns minutos e quando dou por mim estou a usar pelo menos duas peças pretas (ou às vezes em cinzento, vá…!)! É imediato de manhã, é inconsciente como uma formatação na escolha, como um uniforme, e dou por mim a perceber que acaba por ser fácil!

Fácil ou natural?

Já aprendi a entender e a rir da pergunta constante ‘Estás de luto?’ que algumas pessoas, quando me vêem alguns dias seguidos, não conseguem não fazer? E é por isso que reparo, olhando em volta, é só uma coisa natural para mim…? Consigo lembrar-me talvez de duas amigas que possam ter o mesmo vício, mas daí talvez não! Será uma declaração de amor pela cor preta, e é preciso ser  tão óbvio como no meu caso?? Pessoas que me conhecem há muitas anos já vêem o preto como uma segunda pele minha, até já desistiram de piadas e assumem que a minha cor é o preto! Numa peça forte, em duas ou um look total… Mas a verdade é que eu também tenho o mesmo amor por tantas outras cores…

Nas apresentações de colecções fica tudo tão simples e é tão natural ver conjuntos e conjuntos a desfilarem a cor preta, mas no dia-a-dia essa naturalidade não funciona da mesma maneira. No Outono e no Inverno, o meu statement (inconsciente?) ainda consegue passar despercebido, o vicio está no seu elemento, mas na Primavera… E no Verão?? Sem dúvida fico mais consciente, e tenho aquele momento em que pego nalgumas peças e repito para mim ‘menos preto, menos preto…’

Talvez tenha levado o conceito do little black dress um bocadinho ao extremo!

Vamos a ver…!

<Imagens Style.com>