No Gloves On


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Azul é a Cor mais Quente deste Verão ;)

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<Imagens Vogue>


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Where the Wild Things Are…

Existe um sitio onde vivem os seres selvagens, os seres encantados e enfim, como o título de um livro muito especial, ‘Where the Wild Things Are’.

Não importa se forem monstros, se forem fadas, se forem duendes ou apenas as pessoas que adoram o design de Dries Van Noten. É aqui que vivem as coisas selvagens…

E Dries Van Noten, uma vez mais tomou Paris com o seu design, através de peças que nos transportam para um sitio imaginário e muito especifico. Misturando tudo e mais alguma coisa como pedaços de várias memórias ou histórias, através de cores, padrões, materiais e texturas completamente diferentes – como se viessem de locais opostos do mundo -, cosendo-as todas numa história só e levando-nos até um sitio especial…

Um sítio – que tal qual como nessa história para a qual sou imediatamente transportada – para onde podemos fugir e viver e ser (não rei, como o Max da história, mas…) rainhas. Onde podemos passear o dia inteiro entre as árvores à procura do mundo alternativo onde somos todos selvagens.

Sempre adorei esta história (e já se começa a aproximar a altura certa de a contar à minha filha mais velha) e aposto – APOSTO! – que este livro faz parte da leitura infantil de Dries Van Noten. Porque tudo nesta colecção – e ainda que possa ser  inconscientemente -, quer seja a dureza selvagem dos conjuntos, a paleta de cores e materiais, até a própria caracterização do espaço com aquele tapete brilhante criado pela artista argentina Alexandra Kehayoglou a recriar o musgo encantado, respira e transpira a necessidade dessa viagem e dessa descoberta de Max até esse sitio ‘Where the Wild Things Are’

Estou mesmo em absoluta adoração por esta colecção!

Tal como o livro (já agora, do autor Maurice Sendak) para esta colecção só tenho mais uma palavra: Brilhante!

<Imagens Firstview.comStyle.com>


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Atenção! Aguentar Bem a Respiração Porque Vêm Aí os Espartilhos (e Atilhos)

Pois é… Vêm aí os Espartilhos!

E não apenas na forma clássica que os imaginamos… Aquela forma clássica dos espartilhos bem apertadinhos a definir uma cintura semi-natural, e bem atados por uma mãe ou ama com bons bíceps e muito boa vontade ao ponto de só deixar a filha respirar depois de o espartilho já estar bem atado (pelo menos é o que se vê nos filmes…).

Ufffff… Moda a quanto obrigas!!

Para mim, um pesadelo que só posso imaginar e que me faz agradecer o ter nascido no século XX!

Não! Os espartilhos que aparecem são (ao que parecem) bem mais naturais e bem mais simpáticos à forma humana, com formatos naturais e mais suaves na silhueta ou bem arquitectónicos como corpetes e decididamente vão andar por aí no Outono.

Espartilhos clássicos, românticos, sexy a piscar o olho ao fetiche mas, acima de tudo, em nada dolorosos para quem vai querer usar. Yupi!!

E não contentes apenas com a cintura, os espartilhos inspiraram até o calçado, e outros acessórios bem como peças de roupa. Os atilhos aparecem a atar calças e saias, casacos e camisas e (um dos meus atilhos preferidos da estação) a decorar as silhuetas Dior.

Wink wink!

Quem vai nessa??

<Imagens Imdb.com e Style.com>


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A Primavera ao Som de Tambores

 

O Tribal, o Nómada ou o Étnico, é sempre uma tendência ou inspiração fascinante e quer seja usado apenas numa peça, ou em várias ou num look total, transporta-nos imediatamente para uma memória muito humana.

Pode ser uma memória real ou imaginária, mas aparece nas colecções através da fusão de grafismos e culturas globais que se pode tornar algo estranhamente familiar… Usamos essa memória em acessórios ou em peças de roupa e de repente estamos num mundo muito nosso onde passeamos ao som de tambores.

A-D-O-R-O esta tendência!

Como fã inveterada dos artigos e documentários da National Geographic desde – sei lá…! – que comecei a folhear livros ou a ver TV, grande parte da minha paixão e interesse pelo mundo da Moda tem a ver com o quanto o Mundo se influência através de tendências ou inspirações que vêm dos 4 cantos do globo.

Numa misturada de grafismos, cores, técnicas, cortes e formatos, são criadas peças que fazem parte da memória do designer e que podemos ter em comum com ele e reconhecer imediatamente (ou não…), ou ainda que nos suscitam uma memória nossa que podemos reconhecer da História do Mundo ou de uma nova história que vemos ser criada à nossa frente e que podemos vestir.

As guerreiras tribais de Alexander McQueen e as princesas nómadas de Valentino, são imediatamente identificadas. Na colecção de Givenchy, as vestes das feiticeiras tribais atiram-nos para um mundo que faz parte de uma memória de contos ou lendas ou mesmo da História Universal, que não consigo mesmo definir a origem e Marc Jacobs mistura vestes de tribos (de origem também não-definida) com o mundo urbano. E talvez ainda as exploradoras naturalistas da colecção da Akris possam ajudar a definir estas origens… Ou não?

Será que é apenas a minha memória ou perspectiva sobre as várias visões que estes criadores nos mostraram?

Talvez… Talvez não sejam assim as histórias que cada um reconhece…

Talvez eu apenas tenha descoberto estas histórias ou memórias na minha cabeça e até os criadores tenham outra visão completamente diferente do que criaram.

E é isso mesmo que é tão fascinante desta tendência, cada um vai ter sempre a sua visão individual no que toca à história ou memória que esta fusão de culturas ou influências globais, nos dá.

E o melhor de tudo é que a podemos vestir e torná-la real, ao ritmo dos seus próprios tambores.

<Fotografias de Mario Testino e imagens Style.com>


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Apertar o Cinto – na cinturaaaaaaaaaa!

Ah pois! A expressão vem com outro sentido associado, não esse… (Impossível resistir à piada fácil!)

É que um cinto bem apertado na cintura por cima de praticamente tudo, tem sido a fórmula perfeita para o boost nos casacões de Inverno e que continuará a moldar silhuetas pela Primavera fora e por muitassssssssss mais estações, de certeza. Tem-no feito por muito tempo…

Os cintos são aqueles acessórios que têm aquele poder especial. São daquelas peças – AS PEÇAS –  que sozinhas conseguem dar toda uma outra dimensão ao conjunto. E principalmente quando são usados bem na cintura criando uma silhueta forte, muito definida e extremamente feminina e elevando um look que pode ser muito minimalista ou extremamente complexo a qualquer coisa mais.

Sempre adorei ver cintos a formar a cintura por cima de formas que normalmente não o conseguem fazer sem a sua ajuda, por exemplo em camisas, em t-shirts, em sweat-shirts ou camisolões/túnicas de malha, mas favorito dos favoritos tem sido por cima de casacos ou sobretudos e principalmente se forem peças que se distingam totalmente do conjunto que estão a ‘apertar’.

Portanto, quando em dúvida, experimentar com um cinto, porque na verdade pode ser A PEÇA que falta para a silhueta perfeita!

<Imagens Style.com>

 


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Já Estamos na Primavera? Já??

Posso deixar o casacão de Inverno em casa? Posso largar as lãs? Será?

E porquê a insegurança, não é?

É que este Inverno levou mesmo o seu tempo, acomodou-se bem e embora já tenha passado praticamente uma semana de Sol bem forte a iluminar  tudo e a mostrar que afinal não derivámos numa “jangada de pedra” para o Norte do globo terrestre, ainda ao sair de casa olho para os casacos de Inverno, em dúvida.

Não mais, CHEGA!!

E para combater o trauma (aparente) prometi a mim mesma que não levaria mais o casacão a passear de carro… Porque é mesmo só isso que ele faz… Não tem sido usado! Sai comigo de casa no braço – pesadão – e depois fica no banco do carro à espera do momento em que voltará para o seu confortável cabide à entrada de casa.

Então, é altura de arregaçar as mangas e seguir confiante com a chegada da Primavera! Decidi-me a fechar o roupeiro de Inverno definitivamente, e abrir o da Primavera.

Os casacos que irão acompanhar o meu dia são os super leves e super grandes casacos da Primavera, perfeitos com tudo o que mais nos apetece usar para celebrar as temperaturas quentes, mas ainda proteger bastante do friozinho cortante da sombra ou do fim do dia primaveril – porque embora o entusiasmo traga muita vontade em andar mais descascada, ainda não é Verão, primeiro ainda vem a Primavera…

Já chegou, não já??

Sem dúvidas, BOA PRIMAVERA!!

<Imagens Style.com>


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Flores na Primavera? Sim! Mas estas são diferentes…

Claro que na Primavera, as flores têm sempre lugar na primeira fila, fazem naturalmente  parte da estação e da Moda. É um no brainer, inevitável e inquestionável.

Nota: Nunca me canso de lembrar e rir do momento em que a Miranda Priestly (Meryl Streep no Devil wears Prada) editora de uma revista de moda, goza com a colaboradora por referir que nas colecções se andam a ver muitos motivos florais para a Primavera…

Mas para esta Primavera, as Flores são diferentes! Claro que existe sempre aquela beleza clássica dos motivos florais em Dolce & Gabbana, etc., mas aparecem também flores com mais contraste (quase radioactivo), mais força e menos delicadeza, como se as flores estivessem carregadas de toxinas venenosas, na colecção de Alberta Ferretti ou como nos prints da Dior , ou fossem olhadas com um outro ponto de vista que não a beleza clássica das flores da Primavera, como Dries Van Noten ou Christopher Kane.

Há quem goste das flores clássicas e delicadas, há quem adore as flores exóticas e com cores vibrantes, há quem prefira as mais estranhas e desconhecidas de todas, e até há quem prefira as flores secas, enfim… São várias as perspectivas sobre as Flores da Primavera e os criadores criaram as suas com preferência por géneros muito distintos.

São muitas flores e muitas opções…

E claro, não aguento!! Segue o momento Miranda Priestly:

<imagens Style.com>