No Gloves On


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O meu Drama Preferido desta Primavera

O volume nos braços e ombros sempre foi uma óptima forma de marcar uma posição muito clara e muito dramática numa peça, pelo menos para mim – talvez pela memória/história das mangas medievais à la Shakespeare – nada como uma boa manga bem volumosa e farfalhuda para chamar a atenção! Certooooo?

Tudo ganha uma dimensão muito além, com umas boas mangas bem destacadas e claramente a guiar todo o resto da colecção para uma Primavera ou Verão perfeitos, saindo da cidade dramática e cheia de mistério, a caminho de uma praia ou campo relaxante.

Enfim, nada como umas mangas bem volumosas para me deixar em pontas e de queixo caído. E se for então em tons simples e fortes aliados a um bâton encarnado statement como na Céline… TCHANANAN! Dramaaaaa!

Qual é o vosso preferido? ;)

<Imagens Vogue>


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E Então? Vamos Deixar as Pontas Soltas?

Já vem de antes e continuará até muito depois concerteza, mas o ‘Inacabado’ ganhou ainda mais força para a Primavera 2015, Outono, and so on, and so on.

Sabem o que é? O Inacabado? O Desfeito? O Incompleto? O Esquisso?

Enfim… São as pontas soltas.

E o que dá sempre aquele pormenor cru, imperfeito e muuuuuito romântico.

O Inacabado deixa-me sempre surpreendida porque é aquilo que estava a ser criado e montado e antes dos acabamentos (da finalização), fechou, entregou, vestiu e saiu à rua. É naquele momento muito romântico em que quase quase a ‘acabar’ uma peça nos apaixonamos mais pelo  momento da criação do que pela peça acabada, e em que o difícil (extremamente difícil) é conseguir, largar a peça, afastarmo-nos e não continuar a trabalhá-la. Não limar as arestas e deixá-la inacabada…

No fundo o que os criadores conseguiram, ou tiveram coragem de fazer, foi uma colecção em que o processo era exactamente abandonar o processo, quando psicológicamente o caminho nos leva sempre à finalização.

Tanto pode ser um casaco com o ‘alinhavado’ de todas as peças de tecido montadas em esquisso, que nos mostra como se monta um casaco. Ou a saia ‘sem bainha’, ou o fato com um pedaço de seda aplicada cruamente.

E o produto final? A peça inacabada que vamos vestir…?

Brilhante, imperfeita e muuuuuito romântica, sem dúvida.

Enfim, são as pontas soltas que são sempre dificeis de deixar…

Certo?

 

<Imagens Style.com>


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A Idade ‘Tá FINALMENTE na Moda

Sempre teve pinta e sempre teve o seu (…) ‘ status’ (detesto a palavra mas aqui aplica-se) mas finalmente o conceito Idade está a ficar em forma!

Finalmente…

Todos crescemos – ou pelo menos vivemos – no mundo onde a idade da beleza ‘parece’ (mas não é) só um conceito de juventude adolescente. Os padrões de beleza andavam, apenas e só, a par e passo com os padrões de juventude e esses chegavam (e chegam ainda) mesmo a ser criminosos para não dizer doentios – ex: crianças/pré-adolescentes quase quase ou a uns aninhos de atingir a maioridade (sem cintura nem maminhas) claramente a fingir uma maturidade ou sexualidade de mulher adulta com roupa interior e insinuações de mulher feita… – Sim, ainda continua de certeza, mas pelo que vejo, essa ‘moda’ tem os dias contados. Enfim, espero…

Ainda me lembro, quando escrevi o post sobre a idade e a beleza, ‘aquele’ sim… click click! Mas admito que não estava à espera de ver uma evolução assim tão rápida nesta mudança de atitude.

Ou seja, no fim de contas estava toda a gente sedenta desta mudança, não era só uma pequena percentagem, que achava que a idade tem beleza e está na moda qualquer que seja o número em questão, 18 anos ou 81. Encarar a moda e a beleza no mundo tem muito mais que se lhe diga do que os padrões ‘anteriores’ podem levar a crer. E assim a Beleza (e a Moda) é muuuuuito mais bonita, forte e interessante porque é verdadeira, porque tem Idade.

E agora… tchan tchan! A campanha Céline com a escritora Joan Didion cheia de pinta, só faz ainda mais sentido. A franqueza, a elegância e a forma crua e segura de ver a mulher, que Phoebe Philo (attagirl!), todas as estações e meias estações nos dá, com toda a pinta do mundo, está bem escarrapachada nesta imagem Céline.

Enfim…

palmas, palmas, palmas


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Leva-me na Tua Mão

Como preferem? Na mão, ao ombro, no ante-braço, a tiracolo…? Claro que depende normalmente do tipo de mala de que estamos a falar. Mas e quando as malas só querem andar na mão?

Porque podem querer esse mimo… ‘Gosto tanto de ti, leva-me contigo, na tua mão…’

Dentro do mundo das malas, as clutches enchei-me as medidas de todas as formas, feitios e estilos, mas… Os hobos também e quanto maiores, melhores, e são sem dúvida a minha mala de eleição do dia-a-dia (se tiver franjas melhor ainda…).

Adoro usar as malas de todas as maneiras e não tenho nenhuma forma preferida de usar malas, mas no momento em que as modelos da Chloé começaram a passear a colecção de Primavera deste ano, com malas gigantes dobradas e levadas pela mão, acho que o meu neurónio preguiçoso (que já se devia ter lembrado disso) deu um saltou e tocou o sino dling dling! Os meus hobos pareceram ainda mais versáteis – que é coisa que adorooooo!

Eu (como muito boa gente…) adoro malas. Não é só porque adoro a mala ou o acessório em si (sem a mala, de repente, quem não se sente estranha??) e o facto de ser uma peça que leva outras várias pecinhas necessárias e queridas ao meu ser. Mas é que ADORO malas (plural) e nunca são demais – como os sapatos -, há sempre espaço para mais uma, porque nunca se sabe, não é? Com ‘aquele’ conjunto, para ‘aquele’ momento, pode sempre vir a faltar e mais vale ter opções a mais do que a menos.

Enfim, há sempre desculpas e eu tenho sempre muitas, não vá o inevitável escrutínio bater à porta outra vez – porque ainda por cima partilha o roupeiro connosco – na tentativa de equilibrar os espaços de ocupação…

<Imagens Style.com e Tumblr>


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Com As Pólos Sempre Em Forma

Com o Roland Garros passado e o Mundial a dois dias de começar (Woohoo by the way!), sente-se a Primavera ainda mais desportiva do que as tendências nos fazem crer e as pólos apetecem e aparecem ainda mais.

Claro que a Lacoste como marca original ou tradicional continua sempre em alta com as suas pólos e com tudo a dizer sobre a sua ligação com o desporto já que foi o tenista Reneé Lacoste – o ‘Crocodilo’ – que inventou a pólo assim como a conhecemos e a ‘pólo’ só não é mais chamada por ‘ténis’ porque os jogadores de pólo a adoptaram e adaptaram para o seu jogo.

Mas claro, a pólo – a tradicional camisa com colarinhos, com os 3 (ou mais ou menos, ou nenhum…) botões, com bolso ou sem bolso – além de ser a peça de vestuário desportiva mais elegante de sempre – em minha modesta opinião, clarooooo! – tem sempre umas versões hiper-criativas por vários criadores que também as adoram e a Lacoste então, mantém-na sempre em forma e sempre jovem, sempre com uma nova ou diferente versão da sua original.

ESTA AQUI <<<

Há sempre novas texturas, materiais, padrões ou formatos para manter a pólo em alta e a acompanhar o que as pessoas mais querem e gostam e esta Primavera então, Phoebe Philo deu um dos melhores spins – o seu spin, claro! – à pólo para a colecção Céline. F-A-B-U-L-O-S-O! (mas claro, toda a colecção Céline foi FABULOSA!).

A Pólo é uma daquelas peças que originalmente estão perfeitas e ainda se deixam aperfeiçoar. Adoro!! (nota-se, não é?)

Além de adorar vestir, também confesso que tenho um fraco gigante pelas pólos masculinas – um homem de pólo, fica… Como hei-de dizer? Enfim, sempre melhor (estou a tentar não dizer ‘TODO BOM’!) e adorooooo o facto de ser a peça de roupa preferida do meu namorado.

Ainda estou para contar quantas pólos tem e sei que se prepara para juntar mais umas quantas à ‘colecção’!

<Imagens Lacoste.comStyle.com>


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As Saias Que Andam Aí

Antes de mais e porque se vai falar nele: Grande Altuzarra que ganhou o prémio CFDA para Designer do Ano de Roupa Feminina! Woo Hoo!

A competição era de muito peso e também muito preferida – Alexander Wang e Marc Jacobs – mas para mim foi muito merecido (tenho um crush por ele, confesso…).

E mesmo porque tenho que falar nele e nas suas super saias abertas, porque as faz mais que perfeitas e as trouxe para a ‘cena da frente’  na Primavera e elas irão continuar de várias formas e feitios, género fenda ou envelope, pelas várias colecções de Outono e ainda (veja-se…) por colecções Resort 2015.

Diz-se que 3 faz uma tendência, então o mostra não mostra da pernoca bronzeada é mesmo uma tendência (tenho mais do que 3 provas…). Especialmente bem forte na colecção sublime de Sacai (uma das melhores do Outono 2014, se não a melhor! – e a merecer um post futuro – wink wink!), onde foi só vê-las passar.

As saias (Sacai) usadas com o vestido por baixo tornaram-se imediatamente nos meus looks preferidos e claro, prontinhos a experimentar!!

As saias abertas têm sempre aquele lado extra-poderoso, que nos faz sentir CHAN CHAN e a brilhar enquanto caminhamos. É o poder das nossas pernocas talvez, mas também daquele corte perfeito que uma peça de roupa pode ter para mostrar quem é que a está a usar, um pormenor que nos dá mais poder como o anel do Frodo (mas sem a maldade e o caos associado). Sabem??

É o género de saia que quando fica bem, fica melhor ainda! Traz sempre mais qualquer coisa ao look e por isso é mais que certo e perfeito!

Like Like Like!

<Imagens Style.com>


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A Pulseirada Desconexa

É isso mesmo!

Misturar pulseiras grandalhonas que não têm nada a ver e que no fim acabam por fazer todo o sentido, é o que ‘tá a dar!

Chan chan!!

Para quem ADORA pulseiras bem grandes, gordas e massudas, faz todo o sentido, não é??

São peças lindas individualmente e que juntas e desconexas funcionam na perfeição e dão uma dimensão meio exótica a todo o look. É que exactamente por serem demasiado distintas, a sua individualidade sobressai ainda mais, as cores, as texturas, os materiais, os géneros são totalmente diferentes e tornam a ‘pulseirada’ algo muito divertido com o seu barulho muito específico e muito orgulhoso de quem adora andar com os braços bem adornados.

Na colecção de Primavera da Céline, essa desconexão das pulseiras passou também para os colares, e (também) funciona tão bem…

Que tal?

‘Bora fazer barulho??

<Imagens Vogue.uk e  Style.com>