No Gloves On

Jamie and Brienne Sitting in a Tree, K-I-S-S-I-N-G…

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Claro que desde o início de Abril e como muito boa gente pelo país (ou mundo) fora, as Terças-Feiras à noite ficaram absolutamente condicionadas a uma hora em frente à televisão com o Game of Thrones.

No fundo, a noite ou o final do dia acaba por se ir arranjando à volta da série. Dá-se banho às filhas mais cedo, janta-se também mais cedo, tentamos estar livres naquela hora e se alguma coisa se atrasar, as minhas adoradas gravações automáticas da TV guardam tudo para que, assim que a casa estiver serena, possamos passar aquela hora completamente imersos naquele mundo (…) complexo (na falta de melhor adjectivo).

Normalmente cada episódio envolve, para mim, um ou dois fastforwards ou virar de cara, mas o episódio de ontem teve demasiadas coisas que me fazem entrar em estado de ansiedade a acontecer, mulheres brutalizadas, crianças maltratadas, bebés a chorar e animais magoados, enfim… Um episódio mais ‘intenso’ do Game of Thrones, certo??

Mas valeu muito principalmente por aqueles momentos quase quase quase de intimidade entre a Brienne of Tarth e o seu amor improvável Jaime Lannister, porque…  Eu já a ando a topar há um tempo e no episódio passado quando a Cersei lhe fez a pergunta, tirei as dúvidas, a Brienne – fantástica BTW – está de beicinho pelo Jaime (demasiado giro para ser tudo o que fizeram dele na série), mas e mais importante ontem vi que o Jaime também pode estar de beicinho pela Brienne, e porque não??

Sabe tão bem de vez em quando ver AMOR a acontecer, principalmente nesta série que é tão torcida e tão crua. Sou muito romântica, sim, mas dos romances improváveis, e ver que mesmo com tanta coisa que os torna ‘improváveis’, eles continuam a funcionar. Parece tão mais real…

Jamie começa a ser visto claramente como um Anti-Herói (daqueles…! >> click, click!), culpado até às orelhas de crimes terríveis, em que um deles foi ter atirado o Bran da torre, que acabou por ficar tetrapléjico, ou seja o gostar dele torna-se bastante complicado, mas as voltas e baldrocas próprias da série acabam por fazer esse momento parecer que pertence a um lado negro do Jamie e que agora com a Brienne se vê o lado claro dele, o lado bom. Aquele que ‘viu a LUZZZZZ!’

Já se purgou – espero eu – da relação incestuosa naquela cena macaca com a Cersei no episódio anterior, salvou a Brienne do urso – que foi quando comecei a achar que poderia haver ali qualquer coisa mais para um futuro romance (mas eu também tenho a mania dos arranjinhos improváveis…) – tomou aquela banhoca com ela, em que explicou que afinal o Kingslayer que toda a gente despreza por traição, salvou milhares de vidas da maluqueira do Mad King, e que mais…? Ah, pois! É giro!

São os dois gigantes, adoram espadas, loirinhos e a Brienne (que é muito certinha) sem dúvida vê qualquer coisa especial nele, ele cumpre as promessas para com ela e ela  para com ele, ele ofereceu-lhe uma espada linda, no lugar de um colar de diamantes, e uma armadura, no lugar de um vestido Marchesa, ela A-D-O-R-O-U…

Sempre tive uma queda por romances improváveis e este sem dúvida é um que vai dar muito gozo assistir, isto se não matarem já um deles, que infelizmente no Game of Thrones é bem possível…

Por agora fico à espera de poder cantar ‘Jamie and Brienne sitting in a Tree, K-I-S-S-I-N-G…’

<Imagem Fanpop.com >

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