No Gloves On


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Quando em Dúvida, Usar um Cafetã!

O Cafetã é uma das peças eternas do nosso guarda-roupa. Terá sempre lugar em praticamente todos os roupeiros e nunca fará parte de um passado distante. Nasceu num passado distante, sem dúvida, mas continua a aparecer no presente constantemente para fazer parte do futuro.

Está sempre presente como inspiração ou influência nas colecções de Primavera/Verão mas (principalmente) onde agora brilha mais é nas colecções Resort, porque se sente completamente em casa! Enfim… Estar em modo Resort é muitas vezes estar em modo Cafetã…

Além de ser a peça clássica que faz parte dos nossos sonhos passados a beber chá (ou água ou martini) no deserto, faz parte também da nossa vida fora do deserto.

É um peça hiper-versátil que pode acompanhar um dia de férias, do seu inicio até ao fim. Perfeito mesmo para um dia de Verão (perfeito)… E posso provar:

  • De manhã, acordar, espreguiçar, levantar, tomar o pequeno-almoço, um duche rápido e ‘Olha, o Cafetã à nossa espera!’ – também podemos vestir imediatamente ao acordar por exemplo, ou também para dormir, porque não…
  • Vestir o fato de banho ou bikini e o cafetã e… Almoço (ou o Brunch da moda…) com família ou com amigos ou… Praia! ‘Olha olha, lá vai o Cafetã para a praia!’
  • Depois da praia ou do almoço, passear pela cena urbana e ‘Lá está o Cafetã, no seu passeio pela cidade…’,

OU

  • Se sair da praia ao fim do dia, ou chegar a casa tarde, um duche super-sónico para ganhar tempo para a hidratação (tem que ser, mesmo) e para o cabelo, calçar umas sandálias e enfiar uma peça versátil o suficiente para poder jantar com os amigos e com um colar metálico bem simples, numa varanda qualquer (ou esplanada, ou churrasco, por exemplo…) ou para um evento mais formal como um cocktail e depois ainda nos poder seguir facilmente para onde quer que a noite nos leve (música, dança, conversa, ou namoro)… AHA! E o que levar??

Claro, o Cafetã!

P.S. >> A única pancada ou mesmo vício que tenho e que não consigo controlar face a um cafetã é usá-lo sempre com acessórios ‘gigantones’. Com brincos megalómanos, ou colares compridões, ou pulseiras bem gordas e anéis XL… Não me controlo, mesmo!  Para mim, é a única necessidade face ao cafetã…

<Imagens Style.com>


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Como Vestir um Raio de Sol – Ou um Limão

Claro que se 3 faz uma tendência, o amarelo é que o ‘tá a dar!

As colecções Resort de 2015 elegeram o amarelo como a cor forte ou cor statement, definitivamente e quaseeeee sem dúvida!

Apareceu em 1001 colecções e em peças únicas ou conjuntos fortes num leque de tons desde o amarelo limão até ao ocre, e claro, bombaram!

Como aquela sobremesa de limão perfeita e distinta que aparece no final de um jantar perfeito, rematando tudo da forma mais deliciosa e ácida possível e que durante o resto da noite irá continuar bem presente na memória e nas papilas gustativas, deixando a boca cheia de água.

Que tal? Não é assim? Ou sou só eu maluca por sobremesas de limão…?

Sempre adorei amarelo e a força deliciosa que tem a cor. Existe algo de muito forte e sei que não é uma cor fácil de se gostar na generalidade ou mesmo de usar (para mim sempre foi, confesso…).

Ainda cheguei a ouvir algumas vezes aquela velha expressão “Se não fosse o mau gosto, o que seria  do amarelo” que vem lá de trás do tempo das avós ou lá do fundo da carruagem do comboio.

É que antigamente (pelo menos no tempo da minha Avó) fugia-se do amarelo como o diabo da cruz. Enfim…  “1000 vezes o meu amarelo (mau gosto) ao teu bege (insípido)” – que fique registado que gosto da cor bege, só não gosto ‘daquela’ forma de usar ou pensar bege…

Desde que vi pela primeira vez aquele vestido maxi da Rochas (este primeiro da galeria) que o amarelo se tornou, para mim, AQUELA cor das colecções Resort 2015. Portanto preparem-se! Quem adora amarelo vai vibrar com estas peças! E vai querer usar muitooooo esta cor. Porquê? Porque depois destes vestidos vai dar ainda mais vontade (a mim deu…).

Então ‘bora nessa!

Embora o amarelo não seja para todos (no registo clássico: not for the faint hearted), ele chegou e arrasou e quem não aguentar a luz dos seus raios de sol, não há volta a dar! Toca a dar descanso aos olhos com os wayfarer da moda, porque o amarelo está aí, vai brilhar e vai ocupar muito espaço…

Por mim, tudo bem!

<Imagem de David Downton e Style.com>


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Como Andar Com o Verão na Cabeça – Com um Chapéu de Palha, clarooooo!

Onde quer que vá, um chapéu de palha leva o Verão consigo, sempre.

Não vos acontece serem imediatamente transportados para um dia de Verão ao verem ou usarem um chapéu de palha? O próprio cheiro do chapéu transporta-me imediatamente para a praia e inevitavelmente para o Verão. E a própria tradição mais do que antepassada dos chapéus de palha como acessório recorrente de Verão (seja urbano, campestre ou praista) ultrapassa qualquer ideia de uma suposta tendência.

Não é uma tendência, é um facto, como o bikini, e contra factos não há argumentos, righttttt??

Pode ser no campo, na praia ou na cidade, até mesmo se usado no Inverno, o chapéu do palha transporta-nos sempre para o Verão. Existem peças assim… Implicam um contexto de estação ou local, ou de ocasião, enfim… No caso dos chapéus de palha é o Verão e então claro, no Verão, qual é a escolha preferida para chapéu??

Lá está! O Chapéu de palha! Ah, pois!

E porquêêêêê??

Porque podem ser usados das mais variadíssimas formas e nas mais variadíssimas ocasiões e – surprise, surprise… – funcionam sempre e com praticamente tudo! A sério, com tudo! Experimentem e vão confirmar… TUDO! (acho…)

Então, com todos os vários géneros e feitios – o clássico dos clássicos panamá ou o canotier dos barqueiros, floppy, fedora, ou mesmo à cowboy -, confirma-se, os chapéus de palha são o acessório perfeito para o Verão porque, enfim…

São.

<Imagens Imdb.com, Style.com, Tumblr e Harper’s Bazaar>


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A Trança da Elsa E Como Ser a Tia Preferida das Sobrinhas

Para quem tem sobrinhas como eu, este é o post mais importante do momento.

  • “Tia, Tia, como é que se faz a trança da Elsa?”
  • “Quero uma trança igual à da Elsa!”
  • “Vá lá, Vá lá!”

… Ring a bell??

Então aqui vai o ‘Como Fazer?‘ mais importante do momento, pelo menos para umas tantas meninas por aí, vai fazer sucesso. Aviso que é um bocadão trabalhoso e para o tamanho de cabelo das miúdas normalmente implica o comprimento de cabelo um pouco abaixo da linha dos ombros ou uma peruca mesmo, mas é possível.

E como quero manter o status de ‘Tia Preferida’ (as espertalhonas devem dizer o mesmo a todas, para conseguir o que querem, estou mesmo a ver…!), tenho que ter sempre estes ‘docinhos’ que elas gostam, certo? Então mãos à obra, há que acreditar que conseguimos!

‘Tá claro que, na realidade, a Elsa faz a trança em apenas 1 segundo, como tem poderes mágicos (exactamente no minuto 3 do video – porque claro não se aguenta e vou ter que pôr). Confesso que também fiquei apanhada pela música… Aqueles casos em que primeiro estranha-se, depois entranha-se. Enfim… O que se há-de fazer??

LET IT GO! LET IT GO!

<Imagem Disney.pt>


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O Que Seria do Verão Sem Umas Riscas??

Quer seja por causa dos toldos, dos guarda-sóis, dos para-ventos ou das tendas de praia – ou ainda das linhas azuis e brancas das camisolas náuticas (aquelas de marinheiro, sabem?) – as riscas estão e estarão sempre ligadas à ideia de Verão e claro, por arrasto, às colecções Resort.

À vista de riscas o nosso mood é imediatamente contagiado com a ideia de praia, mar, sol e férias. É inevitável, as riscas como motivo principal numa peça de roupa remetem-nos imediatamente para o Verão – a não ser talvez aquelas riscas brancas e pretas bem fortes… Aí, talvez a memória nos remeta imediatamente para o elemento prisão (aquelas dos Irmãos Metralha), a mim, pelo menos acontece…

Mas nas colecções Resort 2015 as tais riscas de Verão, parece que não foram só de “praia e descanso” e tiveram umas férias daquelas bem pesadas. Aquelas férias em que o dia era passado na praia, para depois ir a correr para um jantar a despachar (porque afinal se lembraram que convinha comer qualquer coisa), para poder ir de seguida a correr para a festa na Discoteca X ou Y – uma festa muito especial que dura exactamente todas as noites das duas semanas de férias, reconhecem? -.

Ou seja, as riscas passaram as férias num vai e vem constante entre a praia e a discoteca, em que o único descanso que conseguiam retirar era exactamente daquelas horinhas que passavam (ou dormiam) na praia, porque saiam da discoteca na hora ir pr’á praia.

Enfim… Para estas riscas, o Verão é assim e só sabem fazer férias desta maneira. Há coisas piores! Além de serem umas riscas ultra-dinâmicas e ultra-coloridas, estão em modo de festa constante (como o modo Ibiza…) – porque às tantas o modo praia e o modo discoteca, fundem-se num modo só – adormecem em festa e acordam em festa e o tempo no meio É a própria festa (quer seja na praia ou na discoteca).

Portanto as riscas das colecções Resort de 2015, ainda irão precisar de descanso ou férias depois das férias.

São ou não são umas riscas cheias de festa? Daquele tipo que nós (as riscas) gostamos…?

<Fotografia de Clifford Coffin e Roger Prigent e imagens Style.com>


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As Ruas no Canadá Continuam Mais Divertidas

Já foi preso e está constantemente em risco de receber multas demasiado (e muitooooo) pesadas, Peter Gibson - a.k.a. Roadsworth – continua a adorar sair de casa à noite e pintar as ruas, as estradas, ou as fachadas da cidade.

Começou em 2001 a pintalgar a sua cidade de Montreal com momentos ultra-divertidos, com a técnica de pintura em stencils, e inspirado pelo seu desejo de ver mais vias para bicicletas na cidade, questionando mesmo a cultura dos carros na cidade. Enfim, não é contra a cultura dos carros, mas é contra os carros como cultura.

Certo ou errado, a verdade é que sempre que existe um excesso em algum lado, do outro existe uma escassez – há sempre dois lados da moeda, não é? Como as estradas, por exemplo, ao serem vividas ou habitadas apenas como um elemento de passagem de carros e praticamente não-habitável por quem habita a cidade, torna muitas vias da cidade em espaços extremamente estéreis.

Só de imaginar andar, correr, passear e pisar estas obras na cidade, desenvolve-se uma nova percepção do que as ruas de uma cidade trazem para o nosso dia-a-dia. Porque apenas ao passo do ser humano (do transeunte) é que é possível ver e perceber estas obras já que da janela de um carro em passagem se torna impossível conseguir perceber algo tão pontual e estático e que faz parte da cidade.

E embora, como os portugueses, adore andar a pé, a verdade é que a vontade de passear pelas ruas a pé se torna ainda maior, assim que começamos a perceber a mensagem de Roadsworth.

<Imagens Roadsworth.com>


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M-A-L-U-Q-U-I-N-H-A por Valentino

Num registo muito clássico, a dupla de designers, Maria Grazia Chiuri e Pierpaolo Piccioli, conseguiram trazer o Olimpo para o século XXI.

E as deusas devem ter ficado loucas… Por Valentino!! Eu fiquei, pelo menos… (não sou deusa, mas não me importava nada de ser… Pela roupa, claro! wink wink!)

Assim foi apresentada a colecção de Outono 2014 de valentino. Uma colecção de Alta Costura, muito romântica e inspirada (só pode!) nas roupas que gostamos de imaginar que as deusas optariam por usar na sua vida altamente ocupada. As roupas têm que ser práticas o suficiente para passar das nuvens, para os montes, para as florestas, campos, praias, água e claro, cidades, com a facilidade que esta vida stressante pode exigir, não é?

A verdade é que ser deusa deve implicar um guarda-roupa muito prático. De certeza que não têm tempo para mudar a indumentária (como Anna Dello Russo) consoante o local ou evento a que se dirigem, então acredito que esta colecção de Valentino seja perfeita para a deusa moderna.

Os cintos de pele que fixam as peças ao corpo, como um híbrido entre um cinto e um corpete, trouxeram uma dimensão muito crua e muito do século XXI às vestes - bem como as sandálias de gladiador (já agora, perfeitas!!) -, que sem a sua presença transpareceriam uma inocência etérea e clássica. Mas assim que estes elementos tocam na roupa, todas as peças perdem essa delicadeza, como se tivessem perdido a inocência com estes cintos e estas sandálias, assim que se fixaram ao seu corpo.

E de repente, com Valentino a roupa das deusas ficou muito mais interessante…

<Imagens Style.com>

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